Para homenagear o Dia Internacional da Mulher, comemorado hoje, dia 8 de março, a Deezer se inspirou no movimento Riot Grrrl, que celebra os seus 25 anos em 2015. Para a data, o serviço organizou uma playlist com 25 faixas e mais de 1 hora ininterrupta de música.

O termo, que surgiu na década de 1990, nasceu em Washington, nos Estados Unidos, e passou a ser utilizado para designar bandas de punk como Bikini Kill e Bratmobile. Uma das características primordiais do movimento era a atuação ativa das bandas na sociedade.

Os grupos – a grande maioria liderada por mulheres – participavam de fanzines dedicados ao feminismo. As integrantes do movimento se envolviam na luta contra o abuso sexual, o estupro e defendiam a igualdade de gênero e o direito ao aborto.

Os temas que inspiraram e provocaram as garotas do Riot Grrrl no início dos anos 90 ainda são considerados tabu em muitos países e, não à toa, são lembrados todos os anos durante o Dia da Mulher. Aproveite a data para ouvir clássicos do Sleater-Kinney, L7 e Heavens To Betsy!

Sobre o movimento Riot Grrrl

Riot grrrl (ou riot girl) é um movimento abrangindo fanzines, festivais e bandas de hardcore punk rock e feminismo. A intenção do movimento é informar a mulher de seus direitos e incentiva-las a reivindica-los. Uma das principais formas além de protestos foi o uso da música. A carreira músical feminina se resumia apenas como vocalistas, ou qualquer função em bandas de músicas leves, mesmo assim mal vistas. O principal ponto foi montar bandas de rock, com instrumentos pesados como baixo e guitarra com muitos efeitos e distorção, estilo e instrumentos inicialmente considerado como masculinos.

Incentivando cada vez mais as mulheres a montarem suas bandas, criar fanzines feministas, e assim expressar suas opiniões e vontades. O gênero musical riot grrrls apareceu na década de 90 como resposta as atitudes machistas punks.

As bandas Bikini Kill e Bratmobile são consideradas duas bandas que incentivam o movimento.

Fonte: Wikipedia